Eu foderia com você
sexo por sexo.
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sábado, 12 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Só o tempo.
Estou com uma dor de dentro para dentro
Há um terremoto interno
Causando-me muita tristeza
Que nem chorando passa.
Há um terremoto interno
Causando-me muita tristeza
Que nem chorando passa.
domingo, 6 de março de 2011
Ela faz cinema, ela é a tal.
Era ela.
Parada ali em frente aos sapatos. Pude reconhecê-la de costas, após 5 anos sem vê-la. A mesma postura, as mesmas canelas, pernas finas e ombros bonitos. Fiquei de olhos bem abertos, parado, apenas observando-a e esperando o bendito momento no qual ela iria virar e dar de cara comigo. Preparei meu olhar fixo, saudoso, louco. Aquela virada levou milhares de horas, eu pude ver aqueles olhos azuis novamente, o nariz, a boca, a voz, o sorriso, o abraço, uma saudade mal matada
Foi quando virei distraído e ela sumiu, de novo. Ficou apenas um abraço, juro que sincero. Preciso encontrá-la novamente, e desculpar-me por todo o meu egoísmo do passado.
Foi quando virei distraído e ela sumiu, de novo. Ficou apenas um abraço, juro que sincero. Preciso encontrá-la novamente, e desculpar-me por todo o meu egoísmo do passado.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Natacha e seus 21 anos.
Quase não dormiu. Tinha medo de não acordar e não poder honrar com seus compromissos. Havia uma vômito no seu pulmão, fígado e estômago. Tipo pelo de gato embrulhado dentro de si. Suas mãos um cheiro de sexo. De um alguém que nem sabia o nome. Foram tantos nomes e um mais corajoso que apertou-lhe seus seios lindos e beijo-os. Daí procuram-se quartos. Todos ocupados de sexo. Transou mesmo assim.
Foi em uma cama que sentiu a maior dor do mundo, de dentro de um peito sofrido, machucado e também taurino. Chorou um choro como desses que realmente fosse sangue de seu próprio coração. Era esse um choro preso, há mais de um ano. Esse choro se derreteu todo, pedra por pedra. Sentiu a perda e uma saudade de um amor agora intocável, costurado por lembranças. Acha que foi a primeira vez que realmente entendeu do realmente se tratava saudade. Chorou, chorou, mas quis viver, mesmo assim.
Aplausos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Entre nos.
Estranho é pensar em um amor desgastado, machucado e cheio de mágoas. Você sabe, que ama, que pensa em um recomeço, mais não dá. Sempre fui forte e dominei tudo na minha vida. Desde as escolhas, todas feitas por mim. Sou quem sempre quis ser. É claro que sempre desejo mais, mais tempo, quero ser mais coisas, mais qualidade e habilidades. Já pensei na possibilidade de ser tudo culpa de um sexo bom. Sim, ele faz como eu gosto. Eu adoro. Mas não é só sexo. Eu quero esse cara. Como sempre o quis desde a primeira noite de vinho que transamos, nossa, foi tudo rápido demais para o eterno. Daí coloco em peso, os pós e contras. Maldita balança que fica equilibrada. Esse te quero não é racional. Adoraria um novo começo. Mas nem eu e você esquecemos dos traumas. Feridas e espadas. No coração, no fígado, na alma. Mas ainda não consigo dar adeus. Eu te puxo e você me segura. Acaba tudo em três trepadas numa madrugada. Depois brigas e mais brigas, pior de tudo é que a gente nunca se larga.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Bobagem sua.
Existiu uma madrugada melancolia que Lúcia pensava que amava Ana. Ana nunca amou ninguém. Lúcia comia Sofia, pensava em Ana, em José, no trabalho e nas contas à pagar.
Neste mesmo dia nublado, acendeu um cigarro sentiu a brisa e o cheiro ainda do que restou daquela noite, totalmente mal dormida, confusa de um sexo quase inacreditável.
Precisou de um banho quente, escovou o dentes, se arrumou, e ligou para Clara. Clara não atendeu. Lúcia ficou com medo da solidão. Pediu um café e fez novamente tudo que a noite anterior havia lhe arruinado.
O medo do intacto faz ela fugir de qualquer possível compromisso. Ela só é imatura. Sem julgamento. É só isso...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amor livre
Um beijo bandido. Aquele que te ataca em um choque elétrico interno. E você pensa "puta que pariu, o que é isso?". Não é amor cristão, nem muito menos um caso rápido, para nunca mais. Não é isso, por que você quer mais, quer o impossível e acredita que o prazer será ainda maior do que a vez anterior e anterior... lembra do beijo safado, do peito em suas mãos, o sexo puro (pura vontade). Você aproveita e pensa em um compromisso, há amor mas não confia.
Com a maturidade aprendi a sentir o peso das palavras com intensidade. Aprendi o que é dor, quando me senti doer toda, chorei e sangrei mim. O desejo se materializa em teu corpo, sua voz, seus olhos, e a respiração funda, forte de quando a gente trepa, e se joga um para outro. Fica o cheiro, sem nenhum comprometimento do depois. Me procuro nos seu versos escrito para os outros, não me acho em você, já em mim, repito mentalmente... nosso amor é livre e isso não vai me enlouquecer.
Mudança
estou quase morrendo
ando precisando mais de mim, entende?
só preciso de um pouco mais de coragem,
e ei de ter.
ando precisando mais de mim, entende?
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Bobisses"
Coisas engraçadas,
Nos fazem rir
quiçá gargalhar
.
.
Isso não é engraçado? ( ¬¬)
Eu acho esquisito, pense bem!
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