Marketing

Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de maio de 2011

Para você.

Você diz querer o que
eu gosto
como as minhas coisas
meu quarto
meu quanto

tem tudo um toque meu
você quer
você diz
que quer tudo o que vem de mim

quer um amor
desse meu
que um dia
ah... um dia sim eu te dei

você teve o meu amor
infantil
bobo
cuidadoso

você enfiou esse amor debaixo de um tênis
agora quer de volta
essa tal coisa de sentir saudade do que é meu
já deu no saco

já acabou.

Eu não sou de ninguém.

Eu não sou sua
eu sou de tão longe
passo aqui
entre esses seus dedos de fotografia.

belas fotografias
não falo a sua língua
não sou sua
é só uma passagem.

E ainda carrego um coração
tão obsoleto
e tosquinho
você parece ser um cara ousado para mim.

Foi só uma transa
pois não resisti
É verdade o que eu te disse, estou aqui de passagem
e não pretendo ser de ninguém.

terça-feira, 8 de março de 2011

O amor morre.

(poema de uma madrugada muito triste)


O amor finalmente acaba
depois de várias tentativas

O amor acredita,
e "desacredita"
mas mesmo assim continua otimista

Sofrido, abatido, cansado e "descrente"
O amor perdoa e não perdoa
por isso um dia morre

É tão dolorido
Essa correnteza dentro de si
Uma morte não indesejada

Uma vida interrompida
Escorre dentre os dedos
O amor não pode ser só de um

O amor morre,
Daí logo logo reencarna em outro corpo desconhecido
Esperando ser desta vez sem dor.

O amor quer ser feliz,
mas não depende só de si.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Amantes também amam

Benzinho

Deixe seus outros casos pra lá...

aqui também tem

carinho
quentinho
conchinha
cosquinha
e beijo no nariz

não sou só cama
e nem vivo só sem calcinha

posso também vestir a minha roupa
e lhe fazer até mais feliz. 


sábado, 16 de outubro de 2010

Avesso

Da boca que se beijou
frio
lento
alcoólico. 

Nenhuma vontade.
Nada. 

O desejo que sempre morou em mim para tudo que se era novo,
agora dorme
morgado
chato
arrependido. 

Por tantas vezes, foi o avesso. 

Só corpo
sem paixão nenhuma
ou aquele sexo repetitivo.

Agora você...
que é o novo, 
foi pego pelo meu dia sem sentido.

Não era o sexo, 
foi o outro
que já me comeu tudo o que tinha para ser comido,

.
.


 daí cansei.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Doce vingança

Quem foi que disse
Que não se pode cuspir
No prato que já se comeu?

.
.

Cuspe azedo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Café da manhã

Acordar e ir até alguém
aproximar-se tímido e lento
lançar um olhar faminto
olhos azuis escondido em óculos escuro.

café
melancia
pão
manteiga
sugo de manga

enlouqueci naquele rosto
mentalizei que sexo não é tudo
preciso aprender a amar
me retraí e não quis o encanto.